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segunda-feira, 27 de junho de 2011

TOSCANA - ITÁLIA Montecatini Terme, Lucca, Vinci, Empoli, Castellina in Chianti, San Gimigniano


A Toscana ou Toscânia é uma região da Itália central com cerca de 3,7 milhões de habitantes e 22 997 km², cuja capital é Florença. Tem limites a noroeste com a Ligúria, ao norte com a Emília-Romagna, a leste com Marcas e Úmbria e ao sul com o Lácio. A oeste seus 397 km de litoral são banhados pelo Mar Lígure e o Mar Tirreno. A Toscana administra ainda as ilhas do Arquipélago Toscano, a principal das quais é a Ilha de Elba. A Toscana é uma das maiores regiões italianas em território e número de habitantes.
Entre as regiões italianas a Toscana é sem dúvida a mais rica em termas e opções de spa, apenas para mencionar alguns lugares famosos em todo o mundo como Montecatini Terme, Chianciano Terme e Saturnia. 

                                          
                                         Montecatini Terme
                                                                            


                                                                            
Em Montecatini cidade e termas convivem em uma simbiose harmônica. A “cidade jardim”, com seus magníficos parque, os locais badalados e os edifícios que recordam sua historia, garantem ferias dedicadas ao bem-estar, à cultura e ao relax. 
                                                     









As termas de Montecatini constituem o maior centro termal de toda a Itália. Turismo, esporte e ate mesmo o business, encontram hospitalidade em uma área que pode ser considerada o coração do termalismo toscano, onde as propriedades das águas termais garantem beleza e saúde.









A cidade, cujas fontes termais são conhecidas desde o Império Romano, nasce como centro termal aos pés do antigo Castello, atual Montecatini Alto, com seus duzentos hotéis, os nove spas, os mais de 400.000 metros quadrados de parques urbanos e as elegantes lojas do centro.



Funicolare que une a cidade baixa a alta.






A fascinante atmosfera da Belle Èpoque é presente em alguns locais históricos como o Caffè delle Terme, a Locanda Maggiore, os portais Gambrinus e nos spas afrescados e decorados em estilo Liberty. O complexo termal compreende nove estabelecimentos: Excelsior, Redi, La Salute, Leopoldine, Regina, Tamerigi, Tettuccio e Torretta que contam com um completo sistema de tratamentos e equipes medicas qualificadas









A cidade oferece ainda estruturas esportivas, o hipódromo, ocasiões de shopping, divertimento, manifestações, eventos e festivais, onde muitas vezes é a musica de qualidade à ocupar o local principal. Montecatini Terme é o lugar ideal para entrar em forma e passar ferias agradáveis e regenerantes.

























LUCCA
Considerada uma das cidades medievais mais belas e famosas da Itália, e manteve sua alma histórica e cultural. 
Luca ou Lucca é uma comuna italiana da região da Toscana, província de Luca, com cerca de 87.467 habitantes. Faz fronteira com Borgo a Mozzano, Camaiore, Capannori, Massarosa, Pescaglia, San Giuliano Terme (PI) e Vecchiano (PI). É também a terra natal do famoso compositor de Ópera Puccini. 

Indícios arqueológicos apontam que a cidade de Luca se originou a partir  de uma colônia Lígure, nos limites do território Etrusco, do qual mais tarde passou a fazer parte.
O primeiro registro de Luca foi feito por Lívio que a mencionou como parte da República Romana desde pelo menos 218 a.C., sendo que em 180 a.C. ela constava como uma colônia romana, e como município em 90 - 89 a.C..6
O centro histórico de Luca preserva o plano de ruas romano e a Piazza San Michele ocupa o local de um antigo forum. Vestígios de um anfiteatro ainda podem ser vistos na Piazza dell'Anfiteatro. Foi em Luca que se deu a conferência de 56 a.C. que reafirmou a superioridade do Primeiro Triunvirato Romano.
Não é possivel precisar quando se deu a introdução do cristianismo em Luca, porém, existem citações a um bispo de Luca datando de 343 d.C. - 344 d.C..6 Também há registros de que Frediano, um bispo irlandês que mais tarde seria canonizado, foi o bispo de Luca em meados do século VI.
Ao longo dos primeiros séculos, Luca foi dominada por Ostrogodos, Bizantinos (mesmo depois de resistir meses quando sitiada por Nasser), até ser finalmente conquistada pelos Lombardos provavelmente em 570.




Piazza dell'anfiteatro




As majestosas muralhas são um admirável exemplo de arquitetura e um excelente local para agradáveis passeios em meio ao verde. Os muros de Lucca são colossais, largos o suficiente para permitir a passagem de um carro e constituem o parque da cidade por excelência. 

Visível a partir dos Muros, destaca-se a Torre Guinigi,  famosa torre arborizada construída em torno de 1390 pela poderosa família Guinigi.


 
O Museu Nacional de Villa Guinigi é um museu de arte e arqueologia da Itália, localizado na cidade de Lucca.
Ocupa um palácio construído a partir de 1413 para Paolo Guinigi, senhor de Lucca. Depois de sua morte o prédio passou para os cuidados da comuna e foi muito reformado, e grande parte do seu extenso parque foi loteado a partir de 1533. Nos séculos seguintes foi transformado em orfanato, casa de caridade e hospital. Em 1924 foi reestruturado como o Museu Cívico, e em 1968 foi elevado à condição de Museu Nacional.
Seu acervo compreende peças de arqueologia da região desde a Idade do Ferro, com itens da cultura etrusca e do período medieval em destaque. Na coleção de pinturas se encontram obras de Francesco Traini, Guido Reni, Donatello, Berlinghiero Berlinghieri, Giorgio Vasari, Jacopo da Pontormo, Spinello Aretino, Pompeo Batoni e Fra Bartolomeo, entre outros, além de esculturas de Matteo Civitali, Vecchietta e Tino di Camaino. Também existem uma seção de numismática e outra de instrumentos médicos do antigo Hospital de São Lucas, dos séculos XV a XVIII.

A Igreja de São Miguel no Fórum (em italiano: San Michele in Foro), é uma igreja românica de Lucca, na Itália.


Os primeiros registros sobre a igreja, situada no coração do antigo fórum da cidade romana de Luca, datam do século VIII. Em 845 foi doada ao conde Agano, e no final do século X seu patrimônio foi enriquecido com terras e casas de seu entorno. Também foram anexados mais tarde um hospital e um mosteiro.

A presente construção é produto de uma reforma ordenada pelo Papa Alexandre II, entre 1061 e 1073, sendo um primoroso exemplo do primeiro estilo românico desenvolvido em Lucca. A autoria do projeto é incerta, mas pode ter sido de Guidetto da Como. As obras continuaram no século XII, completando o corpo do edifício, onde aparece influência da arquitetura de Pisa. Neste período foi erguido também o campanário. A parte superior da fachada data do século XIV, quando as obras foram interrompidas, possivelmente por falta de recursos. A fachada apresenta um verticalismo típico do gótico, mas sua decoração ainda é românica. Destacam-se no topo um grupo de estátuas de São Miguel e anjos, e no canto direito do corpo da igreja, uma estátua da Virgem Maria com o Menino Jesus, de Matteo Civitali. A fachada abunda em motivos decorativos típicos da cultura Lucchese, incluindo plantas, animais, figuras humanas e signos zodiacais, e as colunetas são de formas muito variadas.
No início do século XVI a nave foi coberta interiormente com abóbadas por Francesco Marti, ocultando o vigamento de madeira aparente do telhado, e no processo se perderam afrescos do século XIII. Em 1828, por decreto do Duque de Lucca, Carlo Lodovico di Borbone, a fachada recebeu acréscimos em pinturas e rebocos, e em 1837 o interior foi restaurado, removendo-se o reboco que cobria a pedra. Em 1859 novas intervenções na fachada, levadas a cabo por Giuseppe Pardini, alteraram diversas características originais, removendo cabeças em relevo antigas e adicionando outras com retratos de personagens modernos, e algumas colunas também foram alteradas ou refeitas com resultados estéticos discutíveis. Nos anos 50 e 60 novas restaurações tentaram recuperar o aspecto primitivo da fachada, adulterado no século XIX.
O interior tem uma planta basilical, com três naves, transepto e abside. Mede 48 m de comprimento, 32 m de largura no transepto, e 19 m de altura. Suas várias capelas exibem uma quantidade de obras de arte, incluindo de mestres como Andrea della Robbia, Matteo Civitali e Filippino Lippi.





A Basílica de São Frediano é uma igreja românica em Lucca, Itália, situada na Piazza San Frediano.
Fridianus (Frediano) foi um bispo irlandês ativo em Lucca na primeira metade do século VI. Mandou erguer uma igreja neste local, dedicada a São Vicente, São Lourenço e Santo Estêvão. Uma comunidade de monges cresceu ao redor. Entre os século VIII e IX a igreja foi ampliada e rededicada ao seu atual patrono, recebendo suas relíquias.
A igreja adquiriu o seu aspecto atual de uma típica basílica romana durante o período de 1112-1147. Nos séculos XIII e XIV a fachada foi decorada com um grande mosaico de ouro em estilo bizantino, representando a Ascensão de Cristo, obra de um mestre desconhecido, e os apóstolos abaixo são um produto de artistas locais.
O interior é formado por uma nave central e duas laterais, com arcos suportados por colunas com capitéis romanos e românicos. Os capitéis romanos foram retirados do anfiteatro romano que ficava próximo. O destaque na entrada é a grande fonte batismal românica do século XII, chamada Fonte Lustrale, composta de uma bacia coberta com um tempietto assente em colunas, dentro de uma outra bacia circular. É obra de Mestre Roberto e dois outros artistas desconhecidos. A bacia inferior é decorada com a história de Moisés. Mestre Roberto esculpiu os dois últimos painéis, o Bom Pastor e os seis Profetas. O tempietto foi esculpido por um mestre toscano, representando os meses do ano e os apóstolos. Atrás desta fonte, junto à parede, estão dois relevos do século XV de terracota: a Anunciação e São Bartolomeu, atribuídos à escola de Andrea della Robbia. Há uma outra fonte batismal, ainda em uso, esculpida e adaptada de um altar por Matteo Civitali em 1489. A contrafachada abriga um órgão do século XVI, com adornos entalhados e dourados, e que conserva parte de seus tubos originais de Domenico di Lorenzo. A caixa, console e balcão do coro são uma obra conjunta de Matteo Civitali e Ansano Ciampanti.


A Catedral de Luca. 
Sua construção iniciou em 1063 em estilo Românico; no século XIV, a nave e o transepto foram reformados em estilo gótico. Em seu interior se guarda o famoso Volto Santo di Lucca, um crucifixo em madeira que a lenda diz ter sido esculpido por Nicodemos e milagrosamente transferido para Luca em 782. Uma capela foi erguida no interior para recebê-lo, obra de Matteo Civitali. Outras obras de interesse no interior são a Tumba de Ilaria del Carretto, de Jacopo della Quercia, e pinturas de Fra Bartolomeo, Federico Zuccari, Jacopo Tintoretto e Ghirlandaio.


  Monumento a Giuseppe Garibaldi, o dito herói dos dois mundos. 




Vinci
  Cidade de Leonardo
Leonardo di Ser Piero da Vinci  ou simplesmente Leonardo da Vinci (Anchiano, 15 de abril de 14522 — Amboise, 2 de maio de 1519), foi um polímata italiano, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico. É ainda conhecido como o percursor da aviação e da balística. Leonardo frequentemente foi descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos e como possivelmente a pessoa dotada de talentos mais diversos.

















Casa de Leonardo da Vinci- A aldeia situada na encosta de uma colina toscana, rodeada por vinhedos e oliveiras, com um castelo que fica no centro histórico da cidade. Em Vinci, uma pequena aldeia na província de Florença, em 1452, nasce Leonardo, o grande génio do Renascimento italiano. Aqui pode ainda visitar as três salas que compõem a sua casa natal e que, após a restauração, foi aberta ao público. A sala central tem uma lareira antiga, uma mesa e uma escultura de Leonardo, enquanto virando à esquerda entrará na sala onde no lugar do quarto encontra um holograma em tamanho natural do artista italiano que conta sua história.


Nascido como filho ilegítimo de um notário, Piero da Vinci, e de uma camponesa, Caterina, em Vinci, na região da Florença, foi educado no ateliê do renomado pintor florentino, Verrocchio. Passou a maior parte do início de sua vida profissional a serviço de Ludovico Sforza (Ludovico il Moro), em Milão; trabalhou posteriormente em Veneza, Roma e Bolonha, e passou seus últimos dias na França, numa casa que lhe foi presenteada pelo rei Francisco I.













Homem Vitruviano - obra de Leonardo da Vinci. 
É um desenho famoso que acompanhava as notas que Leonardo da Vinci fez ao redor do ano 1490 num dos seus diários. Descreve uma figura masculina desnuda separada e simultaneamente em duas posições sobrepostas com os braços inscritos num círculo e num quadrado. A cabeça é calculada como sendo um oitavo da altura total. Às vezes, o desenho e o texto são chamados de Cânone das Proporções.

Examinando o desenho, pode ser notado que a combinação das posições dos braços e pernas formam quatro posturas diferentes. As posições com os braços em cruz e os pés são inscritas juntas no quadrado. Por outro lado, a posição superior dos braços e das pernas é inscrita no círculo. Isto ilustra o princípio que na mudança entre as duas posições, o centro aparente da figura parece se mover, mas de fato o umbigo da figura, que é o verdadeiro centro de gravidade, permanece imóvel.

O Homem Vitruviano é baseado numa famosa passagem do arquitecto/arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio na sua série de dez livros intitulados de De Architectura, um tratado de arquitetura em que, no terceiro livro, ele descreve as proporções do corpo humano masculino.
Vitrúvio já havia tentado encaixar as proporções do corpo humano dentro da figura de um quadrado e um círculo, mas suas tentativas ficaram imperfeitas. Foi apenas com Leonardo que o encaixe saiu corretamente perfeito dentro dos padrões matemáticos esperados.
O redescobrimento das proporções matemáticas do corpo humano no século XV por Leonardo e os outros é considerado uma das grandes realizações que conduzem ao Renascimento italiano.
O desenho também é considerado frequentemente como um símbolo da simetria básica do corpo humano e, por extensão, para o universo como um todo. É interessante observar que a área total do círculo é idêntica à área total do quadrado (quadratura do círculo) e este desenho pode ser considerado um algoritmo matemático para calcular o valor do número irracional phi (aproximadamente 1,618).
O desenho atualmente faz parte da coleção da Gallerie dell'Accademia (Galeria da Academia) em Veneza, Itália.
                                       
Museu Leonardiano







                      


Empoli
Empoli é uma comuna italiana da região da Toscana, província de Florença, com cerca de 44.012 habitantes. Faz fronteira com Capraia e Limite, Castelfiorentino, Cerreto Guidi, Montelupo Fiorentino, Montespertoli, San Miniato (PI), Vinci.

Passando por Empoli indo a vinci, sem sair do carro, registrei esses monumentos.



                                             
Museu da collegiata de San Andrea
Em salas contíguas da igreja de San Andrea. O museu tem uma coleção das mais ricas e mais interessante do distrito inteiro de Empoli, Valdelsa, inclui obras de mestres como Filippo Lippi, Panicale Masolino, Lorenzo Monaco, Sandro Botticelli, Antonio Rosselli, Jacopo Chimenti e muitos outros.
Acredita-se que a igreja já existia no século V D.C.


                                       
Santuário Madonna del Pozzo
Erguida em 1621 pelo arquiteto Andrea Empoli Bonistalli. O templo que abriga o venerado Madonna del Pozzo é em forma octogonal  com uma pequena varanda com vista para a praça principal. A torre do sino foi concluída em 1792. No interior, há um afresco do século XV, representando a Virgem e o Menino e os Santos.
                                       
Piazza Farinata degli Uberti
La Piazza Farinata Degli Uberti, também conhecida como Praça dos Leões, tem em seu centro uma fonte datada de 1827 e as obras de Luigi Pampoloni.




Castellina in Chianti
É uma comuna italiana da região da Toscana, província de Siena, com cerca de 2.666 habitantes. Faz fronteira com Barberino Val d'Elsa (FI), Castelnuovo Berardenga, Greve in Chianti (FI), Monteriggioni, Poggibonsi, Radda in Chianti, Tavarnelle Val di Pesa (FI).




 Igreja de São Salvador


La rocca di Castellina in Chianti




A caminho para San Gimigniano uma parada obrigatória nessa vinícola em Castellina in Chianti, para constatar o que tinha me falado um amigo do Brasil, que aqui eles vendiam um vinho importado do Brasil, este da foto abaixo. Não tem comparação com os vinhos italianos, ainda mais os da toscana. Mas a experiência foi muito válida. Saiba mais acessando o site da Rocca delle Macìe: http://www.roccadellemacie.com e no facebook: https://www.facebook.com/roccadellemacie/timeline









San Gimigniano
  


É a Manhattan italiana, nenhuma outra cidade construiu e conservou tantas torres. Erguidas pelas famílias ricas durante tempos particularmente prósperos na Idade Média, as torres de San Gimignano chegaram a ser 72. Destas, restaram catorze (as outras foram destruídas durante batalhas).
Muito voltada para o turismo, não se percebe a vida local, pela sua arquitetura arquitetura vale a pena visita-la.





No terceiro fim de semana do mês de junho os Cavalheiros de Santa Fina revocam as tradicionais Ferie delle Messi, manifestação histórica medieval. Abaixo fotos. E este video que encontrei no youtube:  
https://www.youtube.com/watch?v=pBABF3BfpIY 






 Fui chamada do meio da platéia pra participar da brincadeira.









































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